História Mineira Causos Mineiros - 14/09/2020 - 07:23

7 Lendas urbanas criadas em Minas Gerais

7 Lendas urbanas criadas em Minas Gerais

Para os apaixonados em contos sobrenaturais, conheça essas que são originais de Minas Gerais e conte na próxima roda de histórias de terror que participar.

1# Bicho de Pedra Azul

Também conhecido como Lobisomem do Jequitinhonha, a criatura ficou conhecida no Norte de Minas. Dizem que o monstro, descrito como um cachorro horripilante, é um antigo morador da cidade, chamado Joaquim Antunes, falecido no final do século 19. Depois de anos, com a construção de um novo cemitério em Pedra Azul, seu túmulo foi mudado de lugar. Sendo assim, um dia, a nova tumba amanheceu aberta, com vários pelos de animais ao redor.

No mesmo período, criações começaram a ser misteriosamente atacadas e devoradas na região. Surgindo assim a historia do bicho da Pedra Azul que assusta muita gente até hoje por aqueles lados.

2# Loira do Bonfim

Você é um taxista em BH e entra no seu carro uma bela cliente, elegante e loira. É tarde da noite e ela pede para você leva-la até o Cemitério do Bonfim. Depois de pagar a corrida, ela desce e desaparece entre as sepulturas da necrópole.

Essa cena foi relatada várias vezes desde a década de 50, sendo assim criada a lenda da Loira do Bonfim, responsável por fazer muitos homens correr de medo ao ver uma loira desacompanhada nos bares dos bairros Bonfim e Lagoinha.

3# E.T. de Varginha

Em 1996, duas criaturas de outro planeta teriam sido avistadas e capturadas na cidade de Varginha, voltando todos os interesses de estudiosos para o município do Sul de Minas. Mesmo não tendo nenhuma confirmação oficial, muita gente garante ter visto objetos estranhos voando no céu.

4# Cabloco d’água

Os pescadores do Rio São Francisco sentem arrepios a gerações só de lembrarem desse monstra das águas. Com aparência feia e musculosa, o bicho vive nas margens do rio, virando canoas e causando pânico nos pescadores.

5# Fantasma de Ouro Preto

Na Casa dos Contos, que o poeta Cláudio Manoel da Costa morreu. Era um dos inconfidentes mais influentes e não se sabe se ele se suicidou ou se foi assassinado pela coroa portuguesa. Dizem que, de madrugada, Cláudio ainda visita o casarão, que hoje é o centro de cultura mantido pelo Ministério da Fazenda.

Algumas pessoas juram que já o viu andando sobre o assoalho, recitando seus poemas.

6# Mulher da Rua Direita

Por muitos anos, moradores e turistas viram na Rua Direita, uma das ruas históricas de Mariana, uma mulher em roupas esfarrapadas. E quando se aproximava, ela se transformava em uma mulher elegante. De acordo com os folcloristas, é a alma de uma das mulheres ricas dos tempos de ouro. Dizem que ela ainda aparece como uma mortal andarilha.

7# Procissão das Almas em Sabará

Em uma casinha do século 18, dona Sinhá ficava procurando motivos para fofocar. E á meia-noite de sexta-feira da Paixão ela viu subir um grupo de pessoas vestidas de branco e apenas uma de preto com uma vela nas mãos.

Ao passar pela janela, ele deu a vela a Sinhá e disse: “Não a apague. Viremos buscá-la no sábado de Aleluia”. Ela sendo muito curiosa, apagou a vela e, pois na mesa. No outro dia, havia um osso de perna humana no lugar. No sábado, mesmo com medo, esperou a procissão e entregou o osso ao homem.

Ele o recebeu e disse: “Esta foi a primeira e última vez que a senhora nos viu da janela”. Três messes depois, Sinhá morreu e na quaresma seguinte estava ela, engrossando a procissão.

Fonte:  Aconteceu no Vale.
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